Victor Vran Review

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Victor Vran é um RPG de acção com perspectiva isométrica, desenvolvido pelo estúdio búlgaro Haemimont Games, produtora de clássicos como Tzar, Rising Kingdoms, Grand Ages: Rome e Tropico 3, 4 e 5. Victor Vran é para mim uma das surpresas deste verão devido a algumas mudanças que o tornam diferente de outros jogos do género.

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História

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Relativamente à história, é o ponto mais fraco do jogo, sinceramente não me conseguiu agarrar. O jogo conta-nos o percurso do caçador de demónios Victor Vran, que chega à cidade de Zagoravia, que por alguma razão desconhecida se encontra invadida por demónios e outros monstros. Mais tarde descobrimos que a rainha foi levada a fazer um contrato que levou a esta invasão. A voz de Victor é dada por Dough Cockle, conhecido por interpretar Geralt of Rivia na série Witcher e tem neste jogo uma performance bastante parecida à de Geralt, com bastantes monólogos, que por acaso combinam bem com o seu tom de voz baixo e rouco. Mais uma vez, a história não me conseguiu agarrar pelo que muitas das cutscenes acabei por saltar, pois o verdadeiro ponto alto do jogo é a sua jogabilidade. De realçar também os diálogos cómicos da voz dentro da cabeça de Victor, com bastantes referências a outros jogos e filmes. Não vou revelar quem é a voz, mas mesmo não prestando muita atenção vão acabar por descobrir naturalmente muito antes da revelação.

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Jogabilidade

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Relativamente à jogabilidade, estamos perante um clone claro de Diablo, com bastante loot para encontrar e hordas de inimigos para derrotar, pelo que o vício é garantido. No entanto, existem algumas diferenças que o tornam único e alteram bastante a forma como abordamos o combate.

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Para começar, Victor não possui uma classe específica. Ao iniciarmos o jogo, vamos ter a opção de escolher um fato que se adeqúe mais ao tipo de jogo que gostamos. Podemos escolher um que seja mais adequado a combate de proximidade, um de combate a longa distância ou um mais versátil. Em vez de termos então uma classe com habilidades específicas, estas são definidas pelas armas que usamos.

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As armas disponíveis são espadas, caçadeiras, martelos, floretes, armas de electricidade, foices e morteiros. As minhas favoritas foram as espadas e caçadeiras, pois davam um bom equilíbrio entre curto e longo alcance. Os martelos permitem utilizar ataques devastadores que causam enormes quantidades de dano, os floretes permitem ataques rápidos num único inimigo, armas de electricidade diminuem a velocidade dos inimigos afectados e permite que o dano salte entre eles, foices atacam em área à nossa frente e absorvem Soul Shards por cada inimigo atingido, que depois são usados para dar poder às habilidades, e por fim os morteiros que permitem saltar muito alto, os seus ataques afectam a área à volta e podem deixar os inimigos a arder. Podemos ter duas armas equipadas de cada vez e alternar com um botão, mas também podemos equipar pelo inventário no menú de pausa, durante os combates. Isto faz com que seja possível combinar ataques e armas para maximizar o dano infligido aos inimigos.

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Uma das diferenças face a outros jogos do género, é a possibilidade de saltar. Isto permite desviar de alguns ataques, mas mais importante, permite aceder a zonas secretas e atacar inimigos a partir do ar. Tal como nos outros do género também podemos rebolar para desviar dos ataques inimigos.

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Inventário, inimigos e conteúdo

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O inventário é algo bastante importante neste género de RPG, onde existe bastante loot, e neste jogo o sistema de inventário é bastante acessível e limpo, sem limite de espaço e com a possibilidade de ordenar os itens por tipo, raridade ou custo. Em termos de equipamento, temos o fato que escolhemos ao inicio, com a possibilidade de desbloquear outro mais a frente, dois espaços para armas, um para poções, um para bombas e dois para poderes demoníacos. Estes são uma espécie de ataque especial que podemos usar ao encher a barra de overdrive. O fato que escolhemos determina a forma como a barra enche, se ao sofrermos ataques, se ao infligirmos dano ou se a barra sobe naturalmente ao longo do tempo. As armas também podem possuir características especiais, muitas dependendo da raridade, que alteram a forma como obtemos o overdrive. Entre os poderes demoníacos, os meus favoritos foram o Sunray, que atira um raio de luz contra os inimigos, deixa-os a arder e trespassa-os e acerta nos que estiverem atrás, e o Blink que permite teleportar para um alvo, causando dano e deixando-o no estado Vulnerable que combina com as habilidades da espada. Além disso aumenta a velocidade de movimento por alguns segundos. Ainda existe um poder que atira meteoros numa zona à escolha, um que atira um bumerangue que causa dano na ida e na volta, um que aumenta o dano que causamos, ou um que cria um escudo à nossa volta.

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Temos ainda espaços para Destiny Cards, cartas ao estilo Tarot que dão bónus adicionais como aumentar em 50% o preenchimento da barra de overdrive, aplicar life steal aos ataques ou dar poder a uma arma específica. Por fim existem ainda os Hexes, itens que podemos ativar para aumentar e personalizar a dificuldade. Jogar com todos ativados torna o jogo incrivelmente desafiante, pois podemos tornar os monstros básicos em campeões, aumentar o dano que eles infligem, aumentar a sua vida e armadura e a sua velocidade de movimento e ataque, ou fazer com que Victor perca vida periodicamente. Cada Hex oferece 10% de bónus de experiência e 5% de probabilidade de encontrar itens raros, pelo que os jogadores que queiram os melhores itens do jogo, terão aqui uma forma mais rápida de o fazer. Se preferirem o verdadeiro desafio, têm ainda o Hard mode que torna os monstros muito mais fortes e a progressão mais lenta.

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O sistema de progressão é bastante simples, por experiência e níveis, com cada subida de nível a oferecer recompensas, como baús com itens aleatórios, aumentar a saúde máxima ou desbloquear espaços para equipamentos.

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Os inimigos estão divididos em categorias, como é comum no género, e temos aranhas, espíritos, mortos vivos, gárgolas, vampiros entre outros. Os bosses também estão muito bem desenhados, com boa nota ao nível da arte do jogo em geral e os seus combates são bastante desafiadores, sempre com bastantes inimigos à nossa volta e ataques constantes para desviar. Se jogam League of Legends ou outro MOBA e querem treinar Kite, têm neste jogo um bom plano de treinos.

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A longevidade é algo relativo neste jogo. A história pode ser terminada em 6 ou 7 horas, se não usarem Hexes e fizerem apenas algumas das side quests. O mapa da cidade está dividido em zonas e cada zona possui uma lista de desafios, cada um com uma recompensa por completar. Ao terminarem a campanha, vão desbloquear os desafios elite para cada zona, portanto existe conteúdo para muitas horas de jogo. Para além disso, podem convidar um amigo e jogar cooperativamente, ou se preferirem, têm a arena de PVP.

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Gráficos e Performance

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Graficamente, o jogo é bastante competente, com bastantes opções gráficas como AA (FXAA, MSAA 2,4 e 8x), anisotropia, sombras, erva, texturas, pós-processamento, bloom, efeitos, escala de resolução, luz ou detalhes do chão. Em termos de performance, joguei no portátil com um processador i7 4770k, 16Gb de ram a 1886Mhz e uma GTX 970m e consegui com tudo ao máximo e FXAA, manter as 60fps na maioria dos combates, com alguns soluços apenas nas situações mais caóticas. Para além disso possui suporte ao comando da Xbox, apesar de se jogar bastante bem com rato e teclado.

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Por estas razões, Victor Vran é para mim uma surpresa deste verão, não possui uma história capaz de agarrar, mas as mudanças na jogabilidade conseguem distingui-lo de outros do género, é graficamente apelativo e bem optimizado e possui um preço bastante atrativo de 19.99€, valor bastante justificado pelo conteúdo.

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Gráficos
72
Argumento
55
Som
75
Jogabilidade
85
Jogabilidade viciante
Bastante conteúdo
Preço acessível
História não prende o jogador
72
Recomendado

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Gráficos
Argumento
Som
Jogabilidade
Final Score