Serviços de Streaming

Serviços de Notícias e Streaming online crescem como nunca

As assinaturas de serviços online de informação e divertimento dispararam com a pandemia. Esta é a principal conclusão de um inquérito levado a cabo pelo OberCom (Observatório da Comunicação) e pela Intercampus.

De acordo com o estudo, durante esta pandemia, um quinto dos portugueses subscreveu algum novo serviço relacionado com media, havendo um boom na adesão a serviços relacionados com o audiovisual de entretenimento (streaming de vídeo e de música).

Serviços de streaming de vídeo como Netflix e HBO foram os mais subscritos com uma percentagem de 40,7%, seguidos de serviços online de música (Spotify, Apple Music, etc.) com 11,9% e, no terceiro lugar do pódio, a informação com 8,9% dos novos subscritores a afirmarem terem passado a pagar por notícias em formato digital.

Crescimento Netflix 2020 Statista

Em geral, o consumo de media foi muito mais acentuado durante o período de confinamento, com exceção para a rádio tradicional e jornais impressos.

Os dados sugerem que as práticas comunicacionais dos portugueses se terão alterado durante o período de confinamento para: uma mentalidade a) always on e b) de consumos simultâneos. É de salientar que esta simultaneidade deriva da necessidade de satisfazer necessidades informativas, laborais e de entretenimento numa clara diluição das fronteiras na relação com diferentes tipos de media.

Utilização durante e após o confinamento

Neste particular, é interessante analisar o durante e o pós confinamento. Assim, 91,5% dos inquiridos afirmaram ter utilizado mais os serviços de imprensa online durante o confinamento em contraponto com os 8,5% que responderam qua a sua utilização aumentou depois. No caso dos serviços de streaming a percentagem é praticamente idêntica: 91,3% durante e 8,7% depois do confinamento.

Mais de 4 em cada 5 portugueses, 84,4%, dizem não pretender cancelar os serviços subscritos durante o período de confinamento. Se os dados relativos à adesão a serviços são sugestivos, este ponto de análise em específico remete-nos para o elevado poder de retenção dos conteúdos digitais – a partir do momento em que que se adere a este conjunto de práticas em particular, ele torna-se essencial no quadro das dietas mediáticas dos portugueses.

Questionados sobre que serviço escolheria caso lhes fosse oferecida uma subscrição gratuita, mais de um quarto (27,8%) dos portugueses optariam por um serviço de streaming pago como Netflix ou HBO. Quase 20% optariam por canais premium na sua televisão e 9,7% escolheriam software ou aplicações com fins educativos (para si ou para outros elementos mais jovens do agregado familiar) enquanto 7,1% dos portugueses optariam por notícias em formato digital.

Esta procura e subscrição de serviços de noticias e streaming online enquadra-se numa tendência de crescimento exponencial experimentado pelo canal de vendas online desde o inicio da pandemia no nosso país.

Mercado das compras online

O confinamento provocou um crescimento abrupto das compras online, com quase 40% (37%) dos portugueses a afirmar terem feito mais compras na Internet nesse período. 37,5% dos inquiridos dizem ter feito compras online na mesma quantidade e apenas 7,4% dizem ter feito menos compras pela Internet. É de salientar que 17,6% dos inquiridos dizem não fazer ou ter feito compras online por definição.

Apesar de um certo esmorecimento desta tendência depois do desconfinamento, 64% confirmaram terem continuado a optar por este canal de compra e 9,2% dizem ter passado a fazer mais compras online por oposição ao período de confinamento.

A rapidez, segurança e simplicidade na aquisição de um serviço de streaming ou informação no mundo digital, são fatores que em muito pesaram para as conclusões deste estudo OberCom.

Subscrição de serviços online de streaming

Uma ligação à Internet e um cartão de crédito é tudo quanto um consumidor necessita para efetuar uma subscrição ou uma compra online. E porquê um cartão de crédito? Primeiro porque a maioria destas operações de compra online o exigem. Segundo, se utilizar um cartão de crédito com cashback, pode poupar no processo.

Tome-se por exemplo o cartão Unibanco Atitude. Este cartão de crédito Unibanco vem com cashback (devolução) o que permite ao consumidor receber até 200 euros durante os primeiros 12 meses daquilo que gastar. Os valores variam entre os 20 euros (compras ou adiantamentos iguais ou acima de 500 euros) e os 5 mensais (100 e 299 euros em compras ou adiantamentos).

E porque o melhor cartão de crédito é aquele que, além de proporcionar uma poupança efetiva na subscrição de serviços online, não exige uma taxa de esforço acima das possibilidades do consumidor, este cartão de crédito sem anuidade oferece o fracionamento dos seus pagamentos em 3x sem juros (acima dos 300€), acesso entre 20 a 50 dias de crédito sem juros, descontos em combustíveis e pontos que valem prémios.

Existe ainda uma outra vantagem. Como “fazer” o cartão de crédito Atitude é um processo 100% digital, é simples pedir o seu cartão de crédito online para as subscrições de serviços de música, séries, e utilização em outras aplicações.

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