Review: The Order 1886
Review: The Order 1886

Review: The Order 1886

[vc_row][vc_column width=”1/1″][vc_column_text]The Order 1886 é o mais recente jogo com o selo de qualidade Sony e o primeiro exclusivo para a Playstation 4 e produzido pela Ready at Dawn, responsável por nos trazer Daxter e God of War para a Playstation Portátil. Sendo este o primeiro jogo que a RaD produz de raiz para uma consola caseira, a responsabilidade era imensa e o facto de ainda não haverem muitos exclusivos na PS4 que sejam considerados “system sellers”, o hype criado à volta do jogo ainda foi maior. Mas será que The Order 1886 é realmente o exclusivo que vai impulsionar ainda mais as já grandes vendas da PS4? Vamos descobrir.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/1″][vc_column_text]The Order 1886 passa-se no mesmo ano do titulo e nele encontramos uma Londres Vitoriana com elementos steampunk ao estilo do que já vimos nos fantásticos Dishonored e Bioshock.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/1″][vc_gallery type=”flexslider_fade” interval=”3″ images=”3464,3466,3468″ onclick=”link_image” custom_links_target=”_self” title=”Estamos perante uma Londres Vitoriana muito bem representada” img_size=”large”][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/2″][vc_column_text]O jogo conta-nos a história da Ordem dos Cavaleiros da Távola Redonda, uma organização de elite que à várias gerações se encarrega de enfrentar os inimigos do reino que os humanos comuns não conseguem. Para tal os seus cavaleiros bebem uma bebida especial que permite que vivam por várias centenas de anos e permite que recuperem de feridas que poderiam ser fatais.[/vc_column_text][/vc_column][vc_column width=”1/2″][vc_single_image image=”3476″ border_color=”grey” img_link_target=”_self” img_size=”large” img_link_large=”yes”][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/1″][vc_column_text]A história gira à volta de quatro personagens chave: Sebastian Mallory conhecido por Sir Percival, Isabeau D’Argyll conhecida por Lady Igraine, Marquis de Lafayette e Grayson também conhecido por Sir Galahad, este controlado pelo jogador.[/vc_column_text][vc_gallery type=”flexslider_fade” interval=”3″ images=”3493,3490,3488,3486,3484,3482,3480″ onclick=”link_image” custom_links_target=”_self” title=”As figuras de The Order 1886″ img_size=”large”][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/2″][vc_single_image image=”3496″ border_color=”grey” img_link_target=”_self” img_size=”large” img_link_large=”yes”][/vc_column][vc_column width=”1/2″][vc_column_text]Ao longo da campanha seremos colocados à prova contra dois inimigos principais: os Half-Breeds e a Rebelião. Os primeiros, são humanos mestiços de diversas raças que se tornam a cada dia mais perigosos para o reino, podendo-se transformar em monstros como lobisomens. A Rebelião declarou guerra à Ordem e ao governo e provocam o caos através de atentados terroristas.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/4″][/vc_column][vc_column width=”1/2″][vc_column_text css_animation=”right-to-left”]“The Order 1886 é um autêntico festim para os olhos. É dos jogos com melhores gráficos que já se viu numa consola e a sua qualidade fica muito próxima de um filme de animação em CG”[/vc_column_text][/vc_column][vc_column width=”1/4″][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/1″][vc_column_text]The Order 1886 é um autêntico festim para os olhos. É dos jogos com melhores gráficos que já se viu numa consola e a sua qualidade fica muito próxima de um filme de animação em CG. O jogo apresenta uma paleta de cores em tons de cinzento que ajuda a capturar perfeitamente o clima britânico associado ao ambiente de industrialização que caracterizou a era Vitoriana. As texturas são em alta definição e em os detalhes dos objectos no cenário representam de forma competente cada local onde nos encontramos, desde o lixo nas favelas até à arquitectura típica da época.

As expressões faciais dos personagens e sincronização labial  são perfeitos e com a iluminação ideal parecem quase reais o que ajuda a criar a experiência cinematográfica que a RaD tinha como objectivo.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/1″][vc_gallery type=”flexslider_fade” interval=”3″ images=”3499,3501,3503,3505,3507″ onclick=”link_image” custom_links_target=”_self” img_size=”large”][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/1″][vc_column_text]Ao longo do jogo vamos tendo acesso a várias armas mas em destaque temos as armas científicas que nos são fornecidas pelo histórico da ciência Nikola Tesla. Entre essas armas temos a Arc Gun que dispara uma descarga electrica nos inimigos e pode literalmente pulverizar algumas partes do corpo – e o jogo é bastante visual não se poupando na violência; temos a Thermite Rifle que dispara um pó de termite que podemos incinerar com um foguete.

Podemos até explorar o labatório de Tesla, quem conhecer algumas das suas invenções vai identificá-las imediatamente e até falamos sobre a sua histórica rivalidade com Thomas Edison.[/vc_column_text][vc_row_inner][vc_column_inner width=”1/2″][vc_single_image image=”3512″ border_color=”grey” img_link_target=”_self” img_size=”large” img_link_large=”yes”][/vc_column_inner][vc_column_inner width=”1/2″][vc_single_image image=”3510″ border_color=”grey” img_link_large=”yes” img_link_target=”_self” img_size=”large”][/vc_column_inner][/vc_row_inner][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/1″][vc_video link=”https://www.youtube.com/watch?v=0-SyXg08qT0″][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/2″][vc_column_text]O gunplay do jogo é muito bom, as armas parecem pesadas com recuo bastante realista. Além disso o detalhe de cada arma é fantástico e podemos inclusivé usar o analógico direito quando recebemos uma arma nova para rodá-la e observar cada detalhe. Temos uma opção chamada Blacksight que abranda a acção e nos permite usar o analógico direito para escolher entre vários inimigos e usar a nossa pistola para os abater rapidamente.[/vc_column_text][/vc_column][vc_column width=”1/2″][vc_gallery type=”flexslider_fade” interval=”3″ images=”3516,3518″ onclick=”link_image” custom_links_target=”_self” img_size=”large”][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/1″][vc_column_text]The Order 1886 tem sido bastante criticado por ser um jogo demasiado cinematográfico. Isso pode ser bom e pode ser mau. De facto o jogo tem valores de produção enormes, com grande atenção ao detalhe e sequências dignas de um blockbuster de Hollywood. Se virmos o jogo por essa perspectiva é de facto uma óptima experiência e se não têm problemas com cutscenes então vão-se sentir como um peixe na água. O problema que encontramos aqui é que a linha que separa o jogo de um filme interactivo é muito ténue e muitos não gostam disso. É frequente o jogo tirar-nos do controlo para nos fazer ver uma cutscene e num jogo de acção, isso quebra bastante o ritmo. Os ínfames Quick Time Events marcam também a sua presença e apesar de relativamente frequentes, a RaD conseguiu que as suas sequências fossem interessantes, introduzindo algumas mecânicas novas no género.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/2″][vc_gallery type=”flexslider_fade” interval=”3″ images=”3480,3521,3523″ onclick=”link_image” custom_links_target=”_self” img_size=”large”][/vc_column][vc_column width=”1/2″][vc_column_text]Apesar do gunplay ser bastante competente, o estúdio optou por uma câmera por cima do ombro e um sistema de cover ao estilo Gears of War. O problema é que muitas vezes essa câmera atrapalha e não nos deixa ver alguns detalhes do ecrã. O sistema de cover também tem os seus momentos em que atrapalha mas no geral é bastante funcional.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/1″][vc_column_text]Além disso, temos uma boa variedade de estilos de jogo. Temos niveis furtivos, guerras abertas, lutas de faca contra bosses com QTE bastante bem implementados (isto é para ti Dying Light), secções de plataformas e até um nivel onde temos de usar o touch-pad do comando para enviar uma mensagem em código morse e assim chamar um ataque aéreo. O problema é que muitas destas mecânicas, apesar de funcionarem bem, são muito pouco exploradas e acabamos por usá-las uma ou duas vezes.

O jogo também apresenta uma boa variedade de locais, entre os quais favelas, hospitais, tuneis subterrâneos, zonas portuárias e até zepelins gigantescos.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/1″][vc_gallery type=”flexslider_fade” interval=”3″ images=”3526,3528,3530,3532,3534,3536,3538,3540,3542″ onclick=”link_image” custom_links_target=”_self” img_size=”large”][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/1″][vc_column_text]A campanha peca pela sua pequena duração podendo ser terminada entre 6 e 10 horas dependendo da dificuldade e do quanto explorem os cenários. Se colecionam troféus vão ficar agradados porque é possivel platinar o jogo na primeira vez que o completam. A campanha também foge um bocado do seu objectivo: a Ordem foi criada para lutar com os Half-Breeds mas acabamos por enfrentar a rebelião em 90% da campanha. Numa parte de jogo descobrimos até a existência de vampiros mas estes não são sequer explorados. Os confrontos com os Lycans, ou lobisomens, são dos mais memoráveis  do jogo e um dos melhores momentos passa-se num hospital onde enfrentamos um Elder One, um tipo de lobisomem que nasceu já com sangue de monstro em vez de ser convertido por uma dentada.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/1″][vc_video title=”Um dos melhores momentos do jogo” link=”https://www.youtube.com/watch?v=Om0s0oTCjzo”][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/2″][vc_column_text]O final da campanha respira a sequel bait e apesar de o mundo criado pela RaD ser incrivel e ter um potencial enorme, este jogo deixa-nos a sensação que podia ter sido feito muito mais a praticamente todos os niveis: os personagens secundários foram pouco explorados, os principais inimigos apareceram pouco e o final não concluiu nada, apesar da última cinemática ter sido bastante dramática e os típicos clichês de traição estão presentes.[/vc_column_text][/vc_column][vc_column width=”1/2″][vc_single_image image=”3545″ border_color=”grey” img_link_target=”_self” img_size=”large” img_link_large=”yes”][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/1″][vc_column_text]Em termos de performance, temos de tirar o chapéu à RaD por ter entregue um produto tão polido e estável no seu primeiro projecto criado de raiz para uma consola caseira. O jogo corre a 1080p nativos com duas barras pretas horizontais de 280p para dar a sensação de filme e a 30 fps com quedas a verificarem-se apenas nas situações de maior stress mas que em nada afectam a jogabilidade. Além disso foi implementado um filtro de 4x MSAA que elimina praticamente por completo o serrilhado e dá ao jogo uma imagem super suave.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/1″][vc_single_image image=”3547″ border_color=”grey” img_link_target=”_self” img_size=”large” img_link_large=”yes”][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/1″][vc_column_text]Resumindo, The Order 1886 é um bom jogo e uma boa experiência cinematográfica que serve de benchmark para o que a PS4 é capaz de fazer ao fim de pouco mais de um ano de vida. Mas será que vale os 69.99€ que se pede pelo jogo? Sinceramente não. O jogo tem ótimos valores de produção e é um festim gráfico mas carece de conteúdo e o facto de não ter multijogador aliado à curta duração da campanha torna dificil recomendar a compra deste jogo pelo preço total.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]