destiny 2 beta pc

Review: Destiny 2 – Mais que uma expansão?

Reader Rating1 Vote84
História cativante
Muitas melhorias no gameplay
Novas atividades
Bastante equilibrado no geral
Excelente banda sonora
Parece-se demasiado com o primeiro graficamente
Microtransações
Personalização limitada
Raid pode gerar frustração excessiva
80

O Destiny original, foi um dos maiores lançamentos da geração, com um enorme orçamento e um plano a 10 anos, que deixou muita gente aos pulos, ou não fosse o jogo criado pela lendária Bungie.

Infelizmente, apesar de relativamente bem recebido e com enorme número de vendas, o jogo demonstrou sérios problemas no que toca a conteúdo, particularmente no endgame, que era bastante escasso.

Felizmente, a Bungie ouviu a comunidade e, após 4 expansões, Destiny tornou-se num jogo bastante agradável e divertido de se jogar.

A Bungie quer alcançar o mesmo sucesso do primeiro jogo com Destiny 2

Agora com o lançamento da sequela, será que consegue entregar o suficiente para merecer o 2 à frente? Ou é apenas mais do mesmo? Vejamos então.

Campanha cinemática e épica

A campanha do Destiny foi algo bastante criticado, uma vez que praticamente não expôs nada da história, possuía uma estrutura bastante repetitiva e era no geral, bastante aborrecida.

Felizmente, isto não acontece em Destiny 2

A campanha agora apresenta uma estrutura mais clássica do género FPS no que toca às missões, apesar de ainda ser necessário ir a um determinado sítio para as ativar. Ao menos não precisamos de voltar sempre para órbita depois de as terminar.

Destiny 2 cabal fleet

A história revolve em torno da invasão à Terra, por parte dos Cabal que conseguem tomar posse do Traveler, a fonte de poder dos Guardiões, que assim perdem o seu poder. Isso leva a que o vilão Gaul, consiga derrotar praticamente todos os Guardiões existentes na Terra, sendo que os poucos sobreviventes são obrigados a fugir.

Após um regresso atribulado à Tower, um dos Hubs do primeiro jogo, acabamos derrotados, sem poderes e fugir passa a ser a nossa única alternativa.

A Farm é o refúgio e o novo Hub dos Guardiões

Esta fuga leva-nos à Farm, o novo hub no qual se refugiaram muitos dos sobreviventes do ataque de Gaul. Também é aqui que encontraremos alguns dos novos NPC. No entanto, a Farm acaba por perder interesse, uma vez que no fim da campanha desbloqueiam outro Hub, que é mais acessível no mapa do jogo.

Algo que não gostei na campanha, foi o facto de recuperarmos o nosso poder logo na 2ª missão principal.

Isto faz com que toda a premissa de que os Guardiões e, consequentemente, a humanidade estão em perigo eminente, uma vez que perderam a principal arma contra os invasores.

Destiny 2 grenade_Major

No entanto, as missões da campanha são extremamente divertidas e variadas, Gaul é um vilão interessante, mostrado várias vezes em cutscenes nas quais enfrenta o dilema de agarrar o seu sonho, ou destruir rapidamente a humanidade e despachar o trabalho.

Diria que consegue estar uns bons furos acima de Oryx da expansão The Taken King, uma vez que é mais desenvolvido que o deus da Hive, que era apresentado como um ser mais misterioso.

A campanha demora entre 8 a 12 horas, dependendo do que façam pelo meio. Após terminarem, existem mais missões que permitem desbloquear algumas armas exóticas ou outras atividades, como Patrols.

Imensas atividades para perderem o vosso tempo

Como tinha dito, após terminarem a campanha, existem muitas atividades que podem fazer. No entanto, a maioria delas até podem fazer durante a campanha em si, se bem que de forma mais limitada, uma vez que podem não ter o mapa todo desbloqueado.

Destiny 2 futebol

Algumas dessas atividades incluem as clássicas Patrols, que permanecem inalteradas; Adventures, que são uma espécie de missões e lembram a estrutura das presentes no original; Lost Sectors, as dungeons de Destiny 2 nas quais têm de derrotar vários inimigos e um boss no fim, que vos dá uma chave para um cofre; Public Events, que são mini quests que aparecem aleatoriamente no mapa e podem ser jogadas por quantos jogadores quiserem.

Destas atividades todas, a mais interessante é de longe, os Public Events. Estas missões são no geral relativamente fáceis e, com o nível certo, podem ser feitas apenas por um jogador, caso não apareça ninguém.

Os Public Events oferecem bastantes recompensas

Estes eventos, quando terminados, oferecem um chest que pode ser aberto por aqueles que participaram nele, sendo que oferece moedas do mapa (falarei à frente), armas e até engramas lendários ou exóticos, que podem ser trocados no Cryptarch por armas, armaduras, entre outros.

Se cumprirem certos objetivos escondidos durante estes eventos, iniciam a versão heróica, que normalmente muda o objetivo e coloca inimigos mais poderosos contra os jogadores. Estas versões dos eventos podem dar recompensas ainda melhores aos jogadores.

Os Strikes estão de volta e reformulados

Os Strikes são missões especiais para 3 jogadores, que contam alguma história paralela ou que seja uma espécie de continuação da campanha.

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Estas missões possuem algumas mecânicas mais complexas que as missões normais e terminam num boss, também ele mais complicado que os bosses da campanha.

Em Destiny 2, os Strikes estão mais interessantes, possuem melhores mecânicas e são mais divertidos, no geral. Tal como no primeiro, também vos levam a zonas que geralmente não podem ir a pé, o que dá uma boa mudança de ares.

Os Strikes estão mais divertidos e com melhores mecânicas

Também estão de volta os Strikes Nightfall. Estes Strikes, são versões muito mais difíceis dos originais que mudam todas as semanas, requerem equipamento de nível maior e possuem modificadores que tornam a experiência mais desafiante.

Estes modificadores foram alterados na sequela. No primeiro jogo, a melhor abordagem era ir com calma e fazer bom uso das armas que davam mais dano.

Destiny 2 para PC shaders consumiveis

Agora, o dano que as armas causam é mais significativo, o que permite uma abordagem mais agressiva. Isto também se deve ao facto de agora, as missões serem cronometradas, o que significa que têm de passá-las o mais depressa possível. Caso não o façam no tempo limite, a equipa será expulsa para órbita.

Esta simples modificação torna as missões muito mais interessantes, na minha opinião e, não achei as missões tão frustrantes como no primeiro. Também existem maneiras de aumentar o tempo no relógio pelo que, mesmo que demorem mais tempo nalguma parte, ainda conseguem terminar o Strike com relativa facilidade.

As Nightfalls estão mais acessíveis, mas ainda terão de suar muito

No entanto, existe uma versão ainda mais difícil dos Nightfall, chamado Prestige. Neste modo, precisam de equipamento ainda melhor, mas o jogo bloqueia-vos o loadout que escolhem, tornando impossível alterarem a meio para se adaptarem melhor às secções do Strike.

Isto significa que terão de conhecer bem os inimigos que vão enfrentar, escolher armas versáteis e combinar com a vossa equipa o que escolher, de modo a aumentar ao máximo a sinergia entre todos.

PVP também reformulado

O PVP de Destiny 2 foi alvo de algumas reformulações. Para começar, agora todos os modos de jogo requerem equipas de 4 jogadores. Antigamente tinham modos de 2, 3, 4 e até 6 jogadores.

Isto faz com que haja uma melhoria significativa no design dos mapas, sendo que foram todos desenvolvidos com este número de jogadores em mente. Tirando um ou dois mapas que não gostei, no geral, todos os outros mapas são incrivelmente divertidos e não existem aqueles momentos de puro caos, que existia em alguns mapas do primeiro.

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Também de referir que a Bungie fez diversas alterações ao tipo de armas e habilidades, que beneficiaram muito o PVP.

No que toca a modos de jogo, a maioria dos clássicos estão de volta como Clash, o típico TDM, Supremacy, no qual têm de capturar os objetos que os inimigos mortos deixam e Control, que é o típico domination, no qual têm de capturar as bandeiras e segurá-las.

Limitar a 4 jogadores por equipa foi a melhor decisão para o PVP

Além disso, foram introduzidos dois novos modos, Countdown, no qual as duas equipas atacam e defendem em turnos alternados, com o objetivo de detonar ou desarmar bombas, ou matar a equipa adversária e, Survival, no qual cada equipa tem um número limitado de respawns, sendo que o objetivo é eliminar a equipa adversária por completo.

Estes modos dividem-se em duas categorias: Casual e Competitive. Os modos de Casual têm Clash, Control e Supremacy e os Competitive têm Countdown e Survival.

destiny 2 titan

No geral, o PVP até está bastante divertido, pelo menos nos primeiros jogos. Se ganharem facilmente os primeiros jogos, o matchmaking da Bungie entra em acção e passam a encontrar jogadores com pings enormes, algo extremamente frustrante, especialmente quando são mortos com murros de inimigos que estão de costas voltadas para vocês.

Isto porque este sistema de matchmaking dá prioridade a jogadores do vosso nível de habilidade, sendo que só depois procura na vossa zona. Isto devia ser algo que só aconteceria na lista competitiva, no entanto, acontece muito na casual também.

O que também não ajuda é o netcode deveras duvidoso, que permite imensas trading kills, mortes depois de estarem em cover ou acertar com tiros que claramente deviam ter falhado. Acho que eventualmente a Bungie terá de dar o braço a torcer, e implementar servidores dedicados.

O Trials está mais justo no que toca a recompensas

O Trials of Osiris também está de volta, agora com o nome Trials of the Nine, também ele reformulado. Em vez de ser um único modo de jogo e mapa, agora estes rodam, o que requer ainda melhor conhecimento do Crucible.

Também têm os vossos equipamentos bloqueados, apesar de poderem trocar entre jogos. Caso vençam sete jogos e percam menos de 3, terão acesso à zona final e grandes recompensas. Além disso, por cada jogo que vencem, vão desbloquear novas partes da zona final, sendo que cada uma permite obter itens.

Raid claramente experimental

A principal atração de Destiny, sempre foi a Raid. Em Destiny 2, isto não mudou e a Bungie entregou uma Raid com contornos claramente experimentais.

As mudanças de paradigma no que toca a equipamento, fizeram com que a Bungie não pudesse implementar uma Raid ao estilo das anteriores, que eram muito focadas em despejar balas em inimigos com milhares de pontos de vida.

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Desta vez, a Raid é mais focada nas mecânicas e em contornar diversos obstáculos, enquanto derrotam inimigos inferiores usando técnicas de crowd control.

Apesar de possuir cenários lindos e ser no geral, bastante interessante, a Raid é igualmente frustrante, uma vez que grande coordenação entre os 6 membros da equipa, não havendo praticamente margem de manobra.

Isto faz com que a Raid não seja acessível a novos jogadores, uma vez que aqueles mais experientes precisarão de paciência de santo para aturar os erros comuns que eles mesmo cometeram em tempos, e não querem experimentar novamente.

A vossa equipa tem de ser incrivelmente coordenada para superar a raid

Algo que também é incrivelmente frustrante na Raid, é a forma como obtêm o vosso tão desejado loot. Em vez de ser oferecido no fim de cada secção, como anteriormente, agora os chests dão-vos moedas e chaves, sendo que existe uma percentagem muito baixa de adquirirem uma peça de equipamento.

Estas chaves, permitem-vos aceder ao interior do Leviatã, a zona da Raid, no qual vão encontrar um enorme labirinto que terão de percorrer para encontrar os chests com equipamento. As moedas, permitem-vos comprar o dito equipamento no Hub do jogo, sendo uma alternativa menos chata.

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No geral, a Raid é divertida de se jogar, ainda mais se forem uma máquina bem oleada, mas existem alguns elementos incrivelmente frustrantes que terão de ser corrigidos em Raids futuras. Ainda assim, nota-se que a Bungie anda a pisar terreno novo, pelo que estou curioso para ver como fica a próxima. Raid.

As mesmas classes, com novas subclasses

Se jogaram a beta, então já sabem como isto funciona. Caso não o tenham feito, as classes Titan, Warlock e Hunter permanecem inalteradas. No entanto, as subclasses foram reformuladas e novas foram introduzidas.

Titan traz de volta a Striker do original e Sunbreaker de Taken King, assim como a “nova” Defender. Nova entre aspas, porque a subclasse foi bastante alterada, sendo que agora além do escudo defensivo, é possível invocar um escudo e destruir os inimigos ao estilo Capitão América.

Warlock traz de volta a Voidwalker do original e Stormcaller de Taken King, e introduz a nova Dawnblade, que permite invocar uma espada em chamas e fazer chover fogo contra os adversários.

Destiny 2 titan shield

Hunter traz de volta o Gunslinger do original e Nightstalker de Taken King, e introduz a nova Arcstrider, que serve de substituta da Bladedancer e permite invocar um bastão com o qual podem efetuar piruetas ao estilo Shaolin e literalmente derreter os inimigos com eletricidade.

As classes estão, no geral, bastante equilibradas, sendo que cada uma possui uma subclasse mais forte para PVP, PVE ou de suporte. No entanto, sinto que alguma personalização foi perdida, uma vez que agora podem apenas escolher dois ramos da árvore de atributos, com 4 perks cada um, sendo que não podem misturar os perks de cada ramo.

O novo loadout agrada a Gregos, mas não a Troianos

Foi grande a controvérsia no que toca ao novo sistema de loadout. Na tentativa de tornar a experiência de PVP mais divertida e equilibrada, a Bungie pegou nas armas que eram os principais problemas: Rockets, Snipers e Shotguns, e colocou-as todas no mesmo slot de equipamento.

PVE mais interessante que na beta!

Apesar de realmente ter tornado o PVP menos focado nestas armas, o PVE sofreu um bocado, tornando os inimigos ainda mais “bullet spongy”. Felizmente, a Bungie fez mais algumas alterações e tornou o PVE mais interessante, sendo que agora as armas primárias causam muito mais dano aos inimigos e existe maior quantidade de munição para as armas poderosas a cair.

Destiny 2 suros pdx

A Bungie também aumentou o tempo que as habilidades demoram a carregar, sendo que está perfeito neste momento no PVP, mas podia ser um pouco mais rápido no PVE, uma vez que demora muito a carregar a granada e o melee attack caso não possuam equipamento que reduza esse cooldown.

Também foi introduzido um novo sistema de mods para o equipamento, que permite alterar algumas propriedades do mesmo. Podem alterar a qualquer momento o tipo de defesa, o elemento do dano que causam, aumentar a velocidade de recarregamento das armas, entre muitos outros.

Este sistema de mods é extremamente importante para subirem o vosso nível, uma vez que existem mods lendários, que dão níveis de bónus ao fundirem equipamento de nível maior neles. Por exemplo, se tiverem uma auto rifle de 280 com um mod destes, e fundirem uma auto rifle de 285 nela, a primeira vai receber 5 de bónus, ficando com 290.

Aprender o sistema de mods é essencial para subir de nível

Esta mecânica é muito importante e devem implementá-la assim que possível ou vão demorar imenso a subirem de nível e aceder às atividades importantes.

Algo que não gostei no sistema de infusion, foi o facto de agora não poderem fundir uma arma do mesmo slot, tendo de ser do mesmo tipo. Assim, não podem fundir uma scout rifle numa auto rifle, mesmo que ambas sejam Energy Weapons. No entanto, podem fundir duas auto rifles, mesmo que uma tenha elemento e a outra não.

Excelente sistema de Clãs

Se não conseguiram um clã no primeiro jogo, agora a Bungie permite-vos procurar um clã de forma mais fácil. Além disso, ter um clã é quase obrigatório em Destiny 2, ainda para mais devido aos benefícios que isso vos traz.

Para começar, todas as semanas podem preencher uma lista de atividades, que ao ser completadas, dão itens dessas atividades para todos os membros do clã.

Entre elas, encontram-se o Trials e a Raid, ou seja, mesmo que não as façam, todas as semanas podem receber uma arma ou armadura dessas atividades, caso membros do clã as terminem.

Destiny 2 Clans

Além disso, sempre que subirem o nível do clã, recebem bónus como mais glimmer, mais recompensas em eventos, entre muitos outros.

É praticamente obrigatório terem um clã

Este novo sistema também permite que façam uso do Guided Games. Este modo deixa-vos serem “mentores” de outros jogadores que não façam parte do vosso clã e precisem de alguém para a raid ou Nighfall. No entanto, como disse anteriormente, a nova raid não torna fácil a vida para quem nunca a fez, pelo que não vejo muito futuro neste sistema.

Sistema de Shaders, extremamente “shady”

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As Shaders eram um dos principais elementos de personalização do primeiro jogo. Depois vieram as microtransações e algumas das melhores shaders ficaram presas às boxes que precisavam de dinheiro real.

Em Destiny 2, conseguiram melhorar e piorar este sistema. Melhoraram, porque agora podem receber shaders de várias fontes, mas principalmente, quando sobem de nível recebem Bright Engrams, que normalmente só poderiam comprar com dinheiro real, coisa que ainda podem, mas ao menos recebem alguns.

O que piorou foi o facto de agora, as shaders serem de apenas um uso, pelo que se as trocarem por outra, perdem-nas para sempre. Isto é um bocado mau, considerando que as shaders melhores continuam a vir nos Bright Engrams.

As microtransações parece que chegaram para ficar e (infelizmente) temos de aceitar este facto

Felizmente, em muitos destes Engrams, recebem Bright Dust, que podem usar para comprar itens da lista do Eververse. Estes itens mudam todas as semanas e são os que podem obter nos engramas que entregarem.

Por enquanto, não tenho sentido que os drops são injustos, sendo que em 5 ou 6 engramas que abri, apenas uma vez só me saíram itens azuis, sendo que em todos os outros recebi lendários ou exóticos.

Esperemos que este rate não seja reduzido no futuro

Apesar de por enquanto não sentir necessidade de comprar engramas, devo reconhecer que este modelo tem muito por onde se pegar para que fique horrível, além de que limita muito a personalização, uma vez que para fazerem um set completo de shaders precisam de abrir muitos engramas.

Gráficos e som

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Graficamente, Destiny 2 não muda muito face ao primeiro. No entanto, o facto de não ter sido desenvolvido para as consolas da geração passada, permitiu que a Bungie implementasse cenários muito maiores e mais complexos, mais inimigos no mapa e, efeitos de partículas e luz melhores.

Os cenários e banda sonora fantásticos

Alguns destes cenários são incríveis, particularmente o Pyramidion no qual tem lugar um dos Strikes. É um dos melhores exemplos de como o lore influencia o universo de jogo de Destiny.

EDZ com algum déjà vu…

Os mundos de jogo também são bastante interessantes. A EDZ na Terra é uma zona peculiar uma vez que já tínhamos visto algumas partes no PVP do primeiro jogo, dando o tal efeito déjà vu em algumas zonas.

Titan é o planeta mais pequeno, mas possui muito detalhe, uma vez que é composto por muitos corredores e elementos da Hive, que costumam ser os mais detalhados.

Nessus e Io lembram bastante os cenários de Vénus no primeiro jogo, uma vez que são cenários muito influenciados pelos Vex, que possuem uma arquitetura bastante específica e daí a tal semelhança.

Destiny 2 sniper

No que toca a som, a banda sonora continua incrível, apesar de por vezes a música não se enquadrar com os cenários. Mas nos momentos em que está programada para tocar no sítio certo, dá um ambiente espetacular ao jogo.

O som das armas foi ligeiramente melhorado, mas nada que se note se dermos a devida atenção.

Conclusão

Se gostaram do primeiro jogo, vão sem dúvida adorar este

Destiny 2 introduz diversas melhorias e conteúdo para a série,  expondo também o universo de jogo de forma mais atrativa e sem precisar de horas e horas de leitura externa.

Apesar das mudanças, Destiny 2 parece uma expansão, que vale cada cêntimo

Para novos jogadores, o mundo de Destiny 2 pode ser um pouco confuso, uma vez que toma como pressuposto que já conhecem as raças e a maioria dos personagens. Estou curioso para ver como será na versão de PC.

Roça a linha entre uma sequela e uma expansão muito completa

Apesar das mudanças de gameplay em Destiny 2, da nova Raid e novos modos de jogo, Destiny 2 continua a deixar aquele sentimento de expansão. Caso fosse o caso, mesmo que fosse vendido ao preço de 50€ não deixava de ser uma das melhores dos últimos anos.