Call of Duty: Advanced Warfare – Review

[vc_row][vc_column width=”1/1″][vc_column_text css_animation=”bottom-to-top”] 

Poucas franquias na indústria dos videojogos se podem dar ao luxo de lançar um jogo anual e continuar a vender milhões de unidades e aparecer nos top de vendas dos maiores mercados internacionais. Call of Duty é uma dessas excepções e apesar de se ter notado desde Ghosts um declínio no número de vendas, continua a render muitos milhões aos cofres da Activision.

Para a edição de 2014, a Activision decidiu colocar o jogo nas mãos dos estreantes da Sledgehammer que tinham cooperado com a Infinity Ward na produção do modo multijogador de Modern Warfare 3 na esperança de dar uma lufada de ar fresco à série após a desilusão que foi Ghosts. Ao longo dos ultimos meses, a Sledgehammer apareceu em vários eventos onde promoveu o seu trabalho e fez bastantes promessas, incluindo um modo multijogador revolucionário e uma maior atenção na duração e qualidade da campanha de um jogador, mas será que essas promessas foram realmente cumpridas?[/vc_column_text][vc_single_image image=”2265″ css_animation=”bottom-to-top” border_color=”grey” img_link_target=”_self” img_size=”full”][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/1″][vc_column_text css_animation=”bottom-to-top”]O maior destaque de Advanced Warfare vai para o teatro de guerra e tecnologia futuristas, mais propriamente para os Exo-suits, fatos com jetpacks e armações em metal que quando vestidos dão habilidades sobre-humanas aos soldados que os usam, que vão desde cair do topo de prédios, saltar usando “boosters”, super força que permite derrubar inimigos com um único murro ou arrancar portas de carros de modo a usá-las como escudo. Os Exo-suits fazem lembrar os fatos usados no filme Elysium e permitem um estilo de jogo bastante rápido e vertical ao estilo de Titanfall.

A Sledgehammer prometeu maior atenção à campanha e usou como argumento de peso um dos melhores actores que Hollywood tem para oferecer: Kevin Spacey. O actor que já foi premiado com 2 óscares mostrou porque razão é um dos melhores da atualidade ao dar vida a Jonathan Irons, CEO de uma  poderosa companhia militar privada chamada Atlas. O jogador tem o primeiro contacto com Irons durante um fúneral de um companheiro de armas após o primeiro nível.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/2″][vc_column_text css_animation=”bottom-to-top”] A campanha arranca com uma invasão do exército americano à Coreia do Sul que tinha sido atacada pela vizinha do Norte. Logo na primeira cutscene é possível ver o incrível avanço em relação a Ghosts em termos tecnológicos com o novo motor de jogo e captura facial a permitirem rostos ultra realistas dos actores envolvidos. O primeiro nível começa com o personagem principal Jack Mitchell, cuja voz é dada por Troy Baker, o seu melhor amigo Will Irons e o sargento Cormack, com a voz de Russell Richardson, dentro de uma cabina atirada de um avião para uma invasão aérea a Seul. Após aterrar o jogo mostra-nos logo as novas tecnologias através de tanques planadores, “walkers” enormes montados por outros soldados e enxames de drones que dominam o espaço aéreo. Esta missão mostra-nos o poder do novo motor de jogo usado, com texturas em alta definição, boa técnica de tesselation, movimentos bastante realistas e efeitos de iluminação muito bons, mas sem comprometer aquela sensação de que estamos a jogar um Call of Duty.

A campanha pode ser terminada em torno de 7 ou 8 horas, o que a coloca na média dos outros jogos e não na maior como foi prometido pela Sledgehammer. No entanto nota-se que foi colocado bastante mais esforço na campanha, com personagens mais interessantes que em Ghosts, um “voice acting” muito bem conseguido e momentos explosivos dignos de um dos melhores filmes de acção de Hollywood. O problema é que para tornar o jogo tão cinemático a Sledgehammer teve de cortar bastante na liberdade durante os níveis e tornou o jogo demasiado “scripted” com algumas excepções. A missão em que invadimos a mansão de Irons e a missão em que somos atacados pela arma química oferecem-nos bastante liberdade. Um momento particularmente fantástico é quando usamos o nosso gancho para saltar para um avião de transporte, no qual eliminamos a tripulação e saltamos de novo só para vermos o veículo despenhar-se numa explosão enorme. É este tipo de momentos que não nos são impostos pelo jogo e conseguem ser mais fantásticos que qualquer Quick Time Event pois somos nós que estamos sempre em controlo. Dá-nos a sensação que houve muito potencial desperdiçado pois os novos Exo-suits oferecem uma liberdade de movimentos que tornariam muitos dos QTE’s desnecessários.[/vc_column_text][/vc_column][vc_column width=”1/2″][vc_single_image image=”2258″ css_animation=”right-to-left” border_color=”grey” img_link_target=”_self” img_size=”full”][vc_single_image image=”2259″ css_animation=”right-to-left” border_color=”grey” img_link_target=”_self” img_size=”full”][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/1″][vc_column_text css_animation=”left-to-right”]

A campanha pode ser terminada em torno de 7 ou 8 horas, o que a coloca na média dos outros jogos e não na maior como foi prometido pela Sledgehammer.

[/vc_column_text][vc_column_text css_animation=”bottom-to-top”]A nível sonoro, a série Call of Duty ainda tem um longo caminho a percorrer. Apesar do voice acting estar irrepreensível, o som das armas e explosões ainda não têm o impacto certo, com as armas a soarem a armas de Airsoft e as explosões parecem pequenos rebentamentos. Existem algumas alturas em que o som se dessincroniza, incluindo nas cutscenes, com o som a aparecer antes das imagens o que compromete um bocado a imersão.

Concluída a campanha, vamos passamos para a razão pela qual a maioria dos jogadores compra Call of Duty: o modo multi-jogador. A Sledgehammer prometeu-nos um modo bastante competitivo, com bastante verticalidade e uma velocidade de jogo bastante alta mas sem deixar de perder a essência de Call of Duty. Em termos de inovação, o modo não é propriamente inovador, usando muitos dos elementos de Titanfall mas combina-os com os elementos característicos de Call of Duty de forma bastante bem executada.[/vc_column_text][vc_single_image image=”2260″ css_animation=”left-to-right” border_color=”grey” img_link_target=”_self” img_size=”large”][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/1″][vc_column_text css_animation=”bottom-to-top”]Começando pelos mapas, a layout dos novos mapas está muito bem conseguido e bastante superior ao de Ghosts com zonas verticais onde podemos dar uso das plenas capacidades do Exo-suit mas sem criar multiplos flancos dos quais podemos ser surpreendidos, diminuindo a imprevisibilidade dos combates.

O jogo oferece-nos bastantes opções de personalização do nosso avatar, com bastantes tipos de equipamentos como capacetes, armaduras de peito, caneleiras, calças, óculos, etc., de modo a tornar cada jogador no campo de batalha único. É possivel inclusivé, durante o menu de intermission inspeccionar o equipamento dos outros jogadores que se encontram no mesmo lobby que nós.

A progressão da carreira online é a mesma que em Ghosts, com varios soldados que podemos personalizar apesar de já não serem necessárias moedas para desbloquear armas e equipamentos.

Também podemos desbloquear um número bastante razoável de armas ao longo da carreira, com diversas metrelhadoras, shotguns, pistolas, um escudo ou um lança granada com diversos attachments como miras, canos, silenciadores, punhos, etc. Esses attachments mais uma vez são desbloqueados com uso da arma respectiva e completando alguns desafios como matar com tiros na cabeça ou enquanto apontamos.[/vc_column_text][vc_column_text css_animation=”left-to-right”]

“Os Exo-suits também são um ponto fundamental do multi-jogador, permitindo usar diversos poderes como aumentar a velocidade, o dano que podemos sofrer, tornar-nos invisíveis, parar o jogador em pleno voo…”

[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”2/3″][vc_column_text css_animation=”bottom-to-top”]Foi também introduzido um novo sistema de rewards em forma de  caixas, um pouco ao estilo dos Battlepacks em Battlefield 4, que podem trazer armaduras com vários níveis de raridade, ou armas com características especiais como mais rate of fire ou alguns attachments de origem que não podem ser removidos.

Os Exo-suits também são um ponto fundamental do multi-jogador, permitindo usar diversos poderes como aumentar a velocidade, o dano que podemos sofrer, tornar-nos invisíveis, parar o jogador em pleno voo, criar um escudo no braço para absorver o dano dos tiros inimigos ou enviar um sinal que mostra os inimigos no mini-mapa. Infelizmente estes poderes são um pouco mal aproveitados muito devido ao tempo reduzido em que podem ser usados, pelo que é necessário algum tempo de jogo com eles até começarmos a perceber quando devem ser usados eficientemente. Outra funcionalidade dos fatos é podermos usar os boosters nas costas para saltar mais alto ou até mesmo desviar dos tiros inimigos. É algo fantástico quando dois jogadores usam a totalidade das funcionalidades do fato para lutarem em pleno ar um pouco ao estilo The Matrix.

Os modos de jogo que vêm no disco são os mesmos dos jogos anteriores como Team Deathmatch, Domination, Kill Confirmed, Search and Destroy, entre outros. Para os mais puristas foram incluidos os modos clássicos onde os Exo-suits são retirados e o jogo volta ao estilo clássico característico da série. Alguns mapas ficam completamente diferentes sem a habilidade de saltar por cima de paredes ou para telhados. De referir que o modo de zombies será exclusivo do season pass, algo que poderá desiludir e afastar muitos fãs deste modo. Se são fãs dos modos mais táticos então a versão de consolas será a mais indicada paa vocês, visto que no PC é bastante dificil encontrar um bom número de jogadores fora de TDM, Domination e Kill Confirmed.[/vc_column_text][/vc_column][vc_column width=”1/3″][vc_single_image image=”2263″ css_animation=”right-to-left” border_color=”grey” img_link_target=”_self” img_size=”full”][vc_single_image image=”2264″ border_color=”grey” img_link_target=”_self” img_size=”full”][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/1″][vc_video link=”https://www.youtube.com/watch?v=1sRUZ9p4oYQ”][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/4″][vc_single_image image=”2261″ css_animation=”right-to-left” border_color=”grey” img_link_target=”_self” img_size=”full”][/vc_column][vc_column width=”3/4″][vc_column_text css_animation=”bottom-to-top”]

Os modos de jogo que vêm no disco são os mesmos dos jogos anteriores como Team Deathmatch, Domination, Kill Confirmed, Search and Destroy, entre outros. Para os mais puristas foram incluidos os modos clássicos onde os Exo-suits são retirados e o jogo volta ao estilo clássico característico da série. Alguns mapas ficam completamente diferentes sem a habilidade de saltar por cima de paredes ou para telhados. De referir que o modo de zombies será exclusivo do season pass, algo que poderá desiludir e afastar muitos fãs deste modo. Se são fãs dos modos mais táticos então a versão de consolas será a mais indicada paa vocês, visto que no PC é bastante dificil encontrar um bom número de jogadores fora de TDM, Domination e Kill Confirmed.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/1″][vc_column_text css_animation=”bottom-to-top”]Foi prometido o combate mais rápido da série e nisto não ficamos desiludidos, o jogo é incrivelmente rápido e fluido com bastantes jogadores no ecrã a atravessarem o ar e a saltarem de um lado para o outro. Infelizmente, devido ao tempo de matar bastante reduzido a maioria dos jogos podem demorar menos de 5 minutos, o que é bastante pouco. Talvez a Sledgehammer devesse considerar subir o número de pontos por jogo.

Em relação ao port da versão PC, a Sledgehammer teve alguns percalços no lançamento mas depois de uns updates o jogo é capaz de manter os 60 fps sem qualquer problema. Apenas de referir os problemas com a aceleração do rato, especialmente em ratos com 1000 Hz de pooling rate e a falta de servidores dedicados no PC.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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