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(Antes de começar, se ler é demasiado aborrecido, nada melhor do que ler a review enquanto se ouve uma das musicas do filme)

[/vc_column_text][/vc_column][vc_column width=”1/6″][vc_button target=”_blank” color=”btn-inverse” icon=”wpb_play” size=”wpb_regularsize” href=”https://www.youtube.com/watch?v=yiHpOKll0RE” title=”Play”][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/1″][vc_column_text]Depois de 7 filmes, muitos poderiam dizer que esta série talvez esteja a perder potência. Tendo em conta que, mesmo ao fim de 1 semana, só para conseguir bilhetes tive de reservar no dia anterior para uma sessão de Domingo à tarde, para não falar da inacreditável qualidade do filme, eu vou respeitosamente discordar.

Todos nós já vimos um ou outro filmes “loucos”, filmes que decidem violar todas as regras da física para nos mostrarem cenas de acção que, na vida real, teriam esburacado, esmagado ou despedaçado o protagonista do filme e seus colegas de equipa. Desde os anos 80 com “Comando” aos últimos como a saga Missão Impossível ou Die Hard, este é um estilo que parece que veio para ficar.

E porque não haveriam as pessoas de gostar? Qual é o mal de ver um filme que não se preocupa com a história, mas que consegue entregar puro entretenimento e coisas completamente impossíveis de ver no mundo real? E é neste ponto que eu acredito que Furious 7 acertou em todos os aspectos possíveis, ao mesmo tempo que inclui todas as personagens de que tanto gostamos desde que vimos Toretto e Brian a fazerem uma corrida ilegal nas ruas da América pela primeira vez em 2001.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/2″][vc_video link=”https://www.youtube.com/watch?v=Skpu5HaVkOc”][/vc_column][vc_column width=”1/2″][vc_video link=”https://www.youtube.com/watch?v=I5pXAGmWYbk”][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/2″][vc_column_text]Ora a pergunta óbvia – o filme é estúpido? E para isso temos uma resposta óbvia – claro que é. Conhecem alguém que vá ver Furious pelo realismo ou pela história? Mas é aqui que não só entram as incríveis action scenes, como também o character development. Se este filme se chamasse “The Impossible I” e tivesse como cast actores que nunca tínhamos visto, ou mesmo que fossem famosos, interpretassem personagens completamente novas, eu duvido, não, eu sei que não teria gostado tanto do filme como gostei. Mas isto é Furious 7, e ver Hobbs com uma mini-gun, Brian e Dom a saltarem de um arranha céus, ou Roman a mandar uma das suas, vale mesmo, mesmo a pena, por muito “wtf am i watching?” que seja. Como já tinha dito na review de Kingsman, não importa o quão estúpida ou ridícula uma cena possa ser, pois se for suportada por uma base sólida, ou seja, bom character development, o espectador nunca pára para dizer “THAT MADE NO SENSE”, pois está demasiado ocupado a dizer “THAT WAS AWESOME!”.[/vc_column_text][/vc_column][vc_column width=”1/2″][vc_single_image image=”4668″ alignment=”right” border_color=”grey” img_link_large=”” img_link_target=”_self” img_size=”full”][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/1″][vc_column_text css_animation=”left-to-right”]

Argumento

[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/2″][vc_column_text]Em termos de história, o filme começa praticamente no momento em que o sexto termina. Owen Shaw foi derrotado e atirado para fora de um Antonov 225 em movimento, e o irmão dele, Deckard Shaw, interpretado por Jason Statham (sim, o vilão do filme), promete vingança. Depois disso, como já conhecemos todas as personagens de filmes anteriores, ele resolve apenas nos mostrar alguns minutos do que se anda a passar.

E tenho de admitir, apesar de estar ali, como toda a gente, para ver coisas a irem pelos ares, gostei bastante das cenas iniciais, de ver Dom e Letty a tentarem voltar a encontrar-se depois dela ter perdido a memória, Brian e Mia a tentarem adaptar-se à vida que é ter uma casa e guiar um SUV (julgava que já tinha visto tudo, até ver Brian O’Connor a conduzir um mono-volume pela estrada e não passar nenhum vermelho).[/vc_column_text][/vc_column][vc_column width=”1/2″][vc_single_image image=”4661″ border_color=”grey” img_link_large=”” img_link_target=”_self” img_size=”medium” alignment=”center”][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/1″][vc_column_text]No entanto, como seria de esperar, tudo isso não dura muito tempo, e depois de matar Han, Shaw tentar matar Toretto no seu funeral, depois de lhes explodir a casa e quase matar Mia, Brian e o filho Jack, tudo isto em pouco mais de 10 minutos. Imediatamente a seguir, Dom é abordado por Mr. Nobody (não estou a brincar, é assim que ele se apresenta no filme), interpretado por Kurt Russell, que lhe faz um acordo – se ele conseguir resgatar um hacker chamado Ramsey[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/1″][vc_single_image image=”4664″ alignment=”center” border_color=”grey” img_link_large=”” img_link_target=”_self” img_size=”medium”][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/1″][vc_column_text](Oh no, thnk god no, outro Ramsey), que desenvolveu um algoritmo capaz de hackear todos os aparelhos electrónicos do planeta para encontrar uma determinada pessoa numa questão de horas, dá-lhe total acesso ao programa para ele encontrar e matar Shaw antes que ele os matasse a todos primeiro.

A partir daqui, temos carros a caírem do céu, carros a voarem por arranha céus, traseiros sexys (de carros também, sim), perseguições automóveis e stunts que gostam de desafiar a realidade e as leis da física de tal maneira, que se a Missão Impossivel e Die Hard se juntassem, mesmo assim chamariam àquilo “bul***it, you would never do that and survive“. Numa versão sem spoilers, é toda a adrenalina que podemos pedir, sem nunca, nem por um segundo, o nosso cérebro dizer “isto não tem lógica nenhuma”, pois estamos a divertir-nos demasiado e a rir-nos alto das piadas do Roman e do Tej. Só tenho mesmo pena é que o filme tenha tido intervalo, pois na primeira parte a adrenalina foi tanta, que com ele, na segunda parte, mesmo com toda a acção ainda a decorrer, o meu corpo deu uma quebra que quase me fez adormecer no cinema.

O importante é isto. O filme tem tudo o que estamos à espera que ele nos dê – risos, entretenimento, 2 horas em que podemos esquecer a realidade e focarmos-nos em explosões e stunts que, ao desafiarem Newton, Galileu, e provavelmente até a relatividade de Einstein, nos colocam um enorme sorriso na cara. Aliado a isso, ainda conseguirem pôr no meio de tanta coisa espaço para desenvolverem as personagens, de maneiras que eu, pelo menos, gostei bastante (olho para a Mia de agora e a do primeiro filme e nem consigo acreditar que são a mesma pessoa, só para dar um exemplo).

Com tudo isto, só posso dizer, muito simplesmente – este é um filme mesmo muito, muito bom. Tal como esta frase, simples, mas muito eficaz no que faz.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/1″][vc_column_text css_animation=”left-to-right”]

Aspetos negativos do Fast & Furious 7

[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/2″][vc_column_text]Eu podia falar aqui de como a história não existe e não tem lógica, mas se ainda não deu para entender pelo texto acima, não vou.

Em vez disso, vou falar de apenas um pequeno detalhe que não gostei. Logo no inicio do filme, Deckard é revelado como o inimigo de class S badass que é, quando, só para ir ver o irmão, rebenta com dois andares de hospital e passa por cima de mais de um esquadrão inteiro de SWAT (porque ser o Jason Statham não chegava, claro). No entanto, porque é que senti o filme todo que ele nunca chegou a ser o vilão principal, mas apenas alguém que aparecia para “estragar a festa”.[/vc_column_text][/vc_column][vc_column width=”1/2″][vc_single_image image=”4669″ alignment=”center” border_color=”grey” img_link_large=”” img_link_target=”_self” img_size=”medium”][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/1″][vc_column_text]Como já tinha dito antes, Dom e a equipa passam o filme a tentar localizar e proteger o hacker que lhes daria um programa que levaria até ao Shaw, mas este prefere sempre jogar ao ataque, e portanto passa o filme todo a caçá-los a eles, ao mesmo tempo que eles caçam o terrorista que tem o hacker. Ora, apesar de este trio rato/gato/cão ser interessante, eu senti sempre que Shaw não era mais que uma “chatice extra”, e que o verdadeiro vilão era o terrorista, tão interessante e com tanto tempo de antena que nem me lembro do nome dele. Em relação a Shaw, como dá para ver pela parte final do filme, parece que aqui o preferiram “guardar para o próximo”, quase naquela ideia de que “aqui foi secundário, mas no próximo já será o vilão principal”. Quanto a isso, achei o sequel bait um pouco óbvio, e achei que este vilão, mesmo com todo o tempo de antena que teve, não teve a atenção que merecia.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/1″][vc_column_text css_animation=”left-to-right”]

Final

[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”5/6″][vc_column_text]

(Antes de continuar, mudança de tom)

[/vc_column_text][/vc_column][vc_column width=”1/6″][vc_button target=”_blank” color=”btn-inverse” icon=”wpb_play” size=”wpb_regularsize” href=”https://www.youtube.com/watch?v=9-J262T_3jM” title=”Play”][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/1″][vc_column_text]Apesar de todas as inacreditáveis cenas de acção, ainda assim, acho que a minha cena preferida do filme foi a final, por isso é que lhe dedico um sub-capitulo nesta review.

Agora, antes que parem logo de ler, não, não vou spoilar ninguém.

Como todos já sabem, o actor que interpretava o papel de Brian O’Connor, Paul Walker, morreu o ano passado num acidente de viação. Assim, eu, como muitos outros, estava à espera de que a personagem dele também morresse neste sétimo filme. Esta é daquelas alturas em que fico muito contente por ter estado completamente errado. Não só ninguém morre durante o filme, como a cena final, em que nos despedimos não só do actor como da personagem, quase colocou uma lágrima no meu olho quando ainda tinha a adrenalina a correr. Para além disso, mereceu um aplauso da sala de cinema quando terminou, o que acho que diz tudo o que é preciso ser dito. Pode ser pelas piores razões, infelizmente, mas essa é uma cena que me vou lembrar ainda durante muito tempo, e é da mesma maneira que termino esta review. RIP Paul Walker.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/1″][vc_single_image image=”4663″ alignment=”center” border_color=”grey” img_link_large=”” img_link_target=”_self” img_size=”large”][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/1″][vc_column_text]

“Heaven has a new angel” – Vin Diesel

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